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miércoles, 15 de abril de 2009

Desde el reino animal: "No hay sexo, por favor ...."



 
 

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vía biologia « WordPress.com Tag Feed de liquidroom el 15/04/09

Mycocepurus smithii

Mycocepurus smithii

Si chiama mondo senza sesso, il loro. È una colonia, in realtà, nascosta nel verde della foresta amazzonica. Il mondo senza sesso - così l'hanno chiamato gli studiosi dell'università dell'Arizona - è quello delle Mycocepurus smithii, una specie di formiche che hanno eliminato dalla loro esistenza due elementi: i maschi e l'attività sessuale. Le smithii sono tutte femmine, tutte sovrane.

Perché si riproducono per clonazione dalla regina, che è governatrice, padrona e madre della colonia intera. I ricercatori americani, guidati da Anna Himler, hanno scoperto il mondo senza sesso per caso: si sono imbattuti in queste formiche particolarmente abili nelle raccolte agricole (sono in grado di coltivarne un numero record rispetto ad ogni altra specie) e hanno deciso di osservarle meglio. Così hanno scoperto che le smithii erano solo femmine: nelle colonie amazzoniche i maschi sembravano scomparsi.

La conferma della mutazione genetica è arrivata dall'esame del Dna della formica regina: tutte le altre formichine presentano lo stesso, identico patrimonio genetico. Si riproducono per clonazione, tanto che l'organo sessuale è così rovinato che è ormai impossibile utilizzarlo per l'accoppiamento. Un sistema che i ricercatori hanno definito «del tutto originale e molto inusuale», anche perché, di solito, in natura gli asessuati non sono molto longevi. La vita in astinenza totale delle smithii - spiega lo studio, pubblicato sui «Proceedings of the Royal Society» col titolo, appunto, World without sex - comporta dei vantaggi: si risparmia l'energia necessaria a produrre i maschi, il numero di femmine fertili raddoppia di generazione in generazione. Ma per gli esperti è una scelta genetica rischiosa, perché rende più vulnerabili alle malattie: se tutte le formiche sono dei cloni, e una è attaccata da un parassita, anche le altre non avranno scampo. Il prossimo obiettivo degli studiosi è scoprire da quanti anni le formiche hanno cancellato maschi e sesso. Quanto si può sopravvivere, così, in un mondo di sole donne, tutte regine.


 
 

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Evolution - Mitos



 
 

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15 mitos sobre a Teoria da Evolução

A evolução biológica é originada pelas modificações. Essa definição abrange evolução em pequena escala (mudanças na freqüência genética em uma população entre uma geração e a seguinte) e mudanças em grande escala (a origem de espécies diferentes de um ancestral em comum ao longo de muitas gerações). A evolução nos ajuda a entender a história da vida. Enquanto a evolução é largamente aceita, muitas pessoas se prendem a idéias erradas sobre ela. Esta lista deverá a ajudar a dissipar muitos destes mitos.

DNA

15. A evolução é uma teoria sobre a origem da vida.

A Teoria da Evolução lida essencialmente com a maneira em que a vida esteve mudando depois de sua origem. A ciência está interessada nas origens da vida (por exemplo, a composição da sopa primordial de qual a vida poderia ter se originado), mas estes não são os assuntos cobertos pela área da evolução. O que se sabe é que, independente do seu início, em algum ponto a vida começou a se ramificar. A evolução é então dedicada ao estudo destes processos.

14. Os organismos estão sempre melhorando.

Enquanto é fato que a seleção natural remove partes insalubres de um conjunto de genes, há muitos casos em que organismos imperfeitos sobreviveram. Alguns exemplos disto são os fungos, tubarões, lagostim e musgos. Todos estes não se modificaram em essência durante um grande período de tempo. Estes organismos são todos suficientemente adaptados nos seus ambientes para sobrevivem sem melhorias. Outros mudaram muito, mas não necessariamente para melhor. Algumas criaturas que tiveram seus ambientes modificados e suas adaptações podem não ter sido adequadas à sua nova situação. A adequação está ligada ao seu ambiente, não ao progresso.

13. Evolução significa que a vida mudou "ao acaso".

Em realidade a seleção natural não é aleatória. Muitos animais aquáticos, por exemplo, precisam de velocidade para sobreviver e se reproduzir. As criaturas com esta habilidade são mais adequadas aos seus ambientes e tem maiores chances de sobreviver à seleção natural. Em seguida eles irão produzir mais descendentes com os mesmos traços, e o ciclo continua. A idéia de que evolução ocorre ao acaso não leva todo o cenário em conta.

12. Seleção natural envolve organismos "tentando" se adaptar.

Os organismos não "tentam" se adaptar, é a seleção natural que permite que vários membros de um grupo sobrevivam e se reproduzam. A adaptação genética está totalmente fora do alcance do organismo em desenvolvimento.

11. Seleção natural dá aos organismos o que eles "precisam".

A seleção natural não tem "inteligência", não pode saber o que as espécies precisam. Se uma população possui variações genéticas que são mais adaptadas aos seus ambientes, eles irão reproduzir mais na próxima geração (porque possuem maiores chances de sobrevivência), e a população irá evoluir. Se a diversidade genética não está presente a população provavelmente morrerá ou sobreviverá com poucas mudanças evolucionárias.

10. Evolução é "só" uma teoria.

Cientificamente falando, uma teoria é uma idéia bastante evidenciada que explica aspectos do mundo natural. Infelizmente outras definições de teoria (assim como "suposição" ou "palpite") causam uma grande confusão no mundo não-científico quando se lida com ciência. Eles são, na realidade, dois conceitos bem diferentes.
Teoria (Dicionário Houaiss da língua portuguesa): 1. conjunto de regras ou leis, mais ou menos sistematizadas, aplicadas a uma área específica 5. qualquer noção abrangente; generalidade Ex.: falava sem parar, contava casos e expunha teorias.

9. Evolução é uma teoria em crise.

Não há dúvida em ciência que a evolução tenha ocorrido. Há sim, no entanto, debate sobre como ela ocorreu. As minúcias do processo são vigorosamente debatidas, o que podem fazer com que os anti-evolucionistas acreditem que é uma teoria em crise. Evolução é pura ciência e é tratada assim por cientistas em todo o mundo.

8. As lacunas nos registros de fósseis refutam a evolução.

Em realidade existem muitos fósseis transicionais. Por exemplo, há fósseis de organismos transicionais entre os pássaros modernos e seus ancestrais dinossauros. Há muitas formas transicionais que não foram observadas, mas isso ocorre simplesmente porque alguns organismos não se fossilizaram bem ou existiram em condições que não permitiram o processo de fossilização. A ciência prevê que haverá lacunas no registro de muitas mudanças evolutivas. Isso não refuta a teoria.

7. A teoria evolucionária está incompleta.

A ciência evolucionária é um trabalho em andamento. A ciência está constantemente realizando novas descobertas com respeito a isso e as explicações são sempre ajustadas se necessário. A teoria evolutiva é como todas as outras ciências neste ponto. A ciência está sempre tentando ampliar nossos conhecimentos. No presente, a evolução é a única explicação sólida para toda a diversidade biológica existente.

6. A teoria é falha.

A ciência é um campo extremamente competitivo. Se qualquer falha é descoberta na Teoria da Evolução ela será rapidamente corrigida. Todas as falhas alegadas, que os criacionistas colocam em evidência, foram investigadas cuidadosamente por cientistas e elas simplesmente não casam. Elas são comumente baseadas em maus-entendimentos da teoria ou más-interpretações das evidências.

5. Evolução não é ciência, pois não é observável.

A evolução é observável e testável. A confusão aqui ocorre porque as pessoas pensam que a ciência é limitada a experimentos em laboratórios por técnicos com jalecos brancos. Na realidade uma grande quantidade de informação científica é reunida no próprio mundo real. Astrônomos obviamente não podem tocar fisicamente os objetos que estudam (estrelas e galáxias, por exemplo), no entanto uma grande quantidade de conhecimento pode ser adquirida através de múltiplas linhas de estudo. Isso também é verdade no caso da evolução.Também é verdade que haja muitos mecanismos da evolução que podem ser, e são estudados através de experimentação direta com outras ciências.

4. A maioria dos biólogos rejeitaram o Darwinismo.

Cientistas não rejeitam as teorias de Darwin, eles as modificaram através do tempo à medida que mais conhecimentos tem sido descobertos. Darwin considerou que a evolução progrediu de maneira deliberada e lenta, mas em realidade já foi descoberto que ela pode ocorrer em ritmo acelerado sob certas circunstâncias. Não houve, até o momento, nenhum desafio convincente aos princípios básicos da teoria de Darwin. Os cientistas melhoraram e expandiram a teoria darwiniana original da Seleção Natural: ela não foi rejeitada. Houve também adições.

Darwin

3. A evolução leva a comportamentos imorais.

Todas as espécies animais possuem padrões de comportamentos que elas compartilham com os outros membros de sua espécie. Lesmas agem como lesmas, cães como cães e humanos como humanos. É ridículo presumir que uma criança passará a comportar-se como outra criatura quando descobre que está relacionado a ela. É absurdo ligar evolução a comportamento imoral ou inadequado.

2. A Evolução apóia o "mundo é dos fortes".

No século 19 e início do século 20 uma filosofia chamada "Darwinismo Social" brotou de tentativas extraviadas de aplicar evolução biológica à sociedade. Essa filosofia disse que a sociedade deveria permitir que os fracos enfraquecessem e morressem. E isso não seria apenas a situação ideal, mas a moralmente correta. Isso permitiu a racionalização de preconceitos. Alguns se tornaram muito populares como: Os pobres mereciam a situação em que viviam devido a serem menos aptos. Isso foi uma apropriação indébita da ciência. O Darwinismo Social foi, felizmente, repudiado. A evolução biológica não.

1. Os professores deveriam ensinar os dois lados.

Existem dezenas de milhares de visões religiosas diferentes a respeito da criação. É simplesmente impossível que todas estas perspectivas sejam apresentadas. Além disto, nenhuma das teorias é baseada em ciência e, portanto não tem lugar nas aulas de ciências. Em aulas de ciências os estudantes podem debater em que ponto uma criatura criou um novo galho na árvore da vida, mas não é correto argumentar uma crença religiosa na aula de ciência. O argumento do que seria "justo" é freqüentemente usado por grupos na tentativa de injetar seus dogmas religiosos no currículo científico.

Escalando Montanhas


 
 

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Apasionante documental de nueve partes que trata sobre qué pasaría con el planeta Tierra si hoy mismo desapareciera de pronto el ser humano.

Aquí os dejo la primera parte. Las siguientes ocho partes las encontrarás en el playlist de este vídeo.


 
 

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Apasionante documental de nueve partes que trata sobre qué pasaría con el planeta Tierra si hoy mismo desapareciera de pronto el ser humano.

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martes, 14 de abril de 2009

Los bosques y el cambio climático



 
 

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Para la dinámica intrínsecamente depredadora del sistema capitalista los bosques son una de las principales víctimas, alimentando así el cáncer del capitalismo: el calentamiento global. Bajo el Protocolo de Kyoto estamos viendo las formas más absurdas de mercantilización de la deforestación. Mecanismos de Desarrollo Limpio (MDL), diversas formas de pago por servicios ambientales, sumideros de carbono, Certificación por Absorción de Carbono y "sellos verdes", "Derechos por Emisión y Fijación de Carbono", Biochar, REDD, entre otros.

Articulo y llamamiento de  www.ecoportal.net

Los bosques juegan un papel fundamental no sólo para la vida de nuestro Planeta, sino para la sobrevivencia humana. La capa vegetal terrestre del mundo absorbe el 40% de las emisiones globales de CO2[1] y son fuente fundamental para el agua. En la medida en que se acelera la destrucción de los bosques no sólo se elimina la posibilidad de absorción de los gases efecto invernadero sino que el mismo hecho libera más CO2 a la atmósfera.

Para la dinámica intrínsecamente depredadora del sistema capitalista los bosques son una de las principales víctimas, alimentando así el cáncer del capitalismo: el calentamiento global. Los megaproyectos de acumulación de la riqueza y control de recursos naturales y estratégicos están acabando con los bosques. Minas y presas; plantaciones forestales de eucalipto, pino, palma africana, palma camedor, entre otras; agro combustibles y otros monocultivos como la piña; el turismo, el tráfico de maderas, por mencionar tan solo algunas, han acelerado la depredación de los bosques. Hoy, más del 70% de ellos en el mundo se han talado produciendo desertificación y por tanto agudizando el calentamiento global. Este calentamiento es lo que hoy se traduce en aumentos de temperatura, sequías, inundaciones, cambios en las corrientes marinas, mayores enfermedades y epidemias; entre otros efectos.

El capitalismo ha convertido a su cáncer en un negocio más, lucrando con la enfermedad y agudizándola a la vez. Para ello, el Banco Mundial y otras Instituciones Financieras se lanzan a la generación de mecanismos para lucrar con aparentes soluciones al cáncer que ellos mismos y las grandes trasnacionales han generado. Espejismos que ocultan otros mecanismos que perpetúan y garantizan la acumulación de la riqueza en los países del norte y sus grandes corporaciones.

Las mentiras y la avaricia de los paises industrializados,"ricos", y de los grandes grupos con intereses financieros estan acabando con nuestro planeta.
Y este es el unico que tenemos, para nosotros, para nuestros hijos y nuestros nietos y para todo el futuro de la humanidad.
Como se demostró en Kyoto y mas recientemente en Poznan lo que nos cuentan nuestros gobiernos…

todo es mentira


Bajo el Protocolo de Kyoto estamos viendo las formas más absurdas de mercantilización de la deforestación. Mecanismos de Desarrollo Limpio (MDL), diversas formas de pago por servicios ambientales, sumideros de carbono, Certificación por Absorción de Carbono y "sellos verdes", "Derechos por Emisión y Fijación de Carbono", Biochar, REDD, entre otros.

En el contexto de estas preocupaciones se llevó a cabo del 24 al 28 de marzo de 2009 en Heredia, Costa Rica, la asamblea del Movimiento Mundial por los Bosques Tropicales (WRM) y el encuentro de la Red contra los Monocultivos de Árboles (Recoma)[3]. Los participantes provinieron de 21 países, entre ellos: Reino Unido, Alemania, Argentina, Brasil, Costa Rica, Ecuador, El Salvador, España, Filipinas, Ghana, Guatemala, Holanda, Honduras, India, Indonesia, Italia, México, Nicarágua, Sudáfrica, Tailandia, Uruguay. En este encuentro confluimos muchas organizaciones, entre ellas WRM, Recoma, CoecoCeiba/Amigos de la Tierra Costa Rica, CESTA/Amigos de al Tierra El Salvador; GRAIN, Biofuel Watch, Savia, Monitoreo REDD, Acción Ecológica, FEDICAMP, FPP, Otros Mundos AC/Amigos de la Tierra México; Via Campesina, Timberwatch Coalition Africa, Madre Tierrra, FERN, Insituto para Asuntos Culturales, FEDICAMP, Focus on the Global South, Transnational Institute, The Corner House, Foro Nacional de los Pueblos y Trabajadores de los Bosques, Red Alerta contra el Desierto Verde, FER.

Luego de un encuentro sumamente rico de reflexión, diálogo, intercambio de experiencias e información, visitas a las grandes plantaciones de monocultivos de piña que están acabando con el pueblo y las tierras costarricenses, se definió la Declaración de Heredia que a continuación reproducimos textualmente:

Declaración de Heredia
Clima, bosques y plantaciones
Heredia, 28 de marzo de 2009

Organizaciones de la sociedad civil de todos los continentes nos hemos reunido en Costa Rica entre los días 24 y 28 de marzo para compartir experiencias, visitar comunidades campesinas reflexionar y generar propuestas sobre la temática de Clima, Bosques y Plantaciones.

Planeta Tierra. Bosques.

En la primera parte de nuestro encuentro visitamos comunidades campesinas de la zona norte y pudimos verificar el impacto del monocultivo de piña sobre comunidades locales, sus territorios, sus fuentes de agua, su salud y los ecosistemas locales y comprobar como las comunidades campesinas continúan protegiendo sus bosques y regenerándolos frente a todas las agresiones que reciben.

Pudimos constatar de manera impactante la imposición de un modelo agroexportador que se repite con distintas formas y productos a lo largo de todo el globo y que nos conduce hacia la presente debacle ambiental. Este modelo de exportación de productos básicos, con sus monocultivos, el uso intensivo de agroquímicos, el transporte de productos a través de miles de kilómetros para el consumo de un norte opulento es una de las principales causas de la actual crisis climática.

Costa Rica se vende al mundo como un país "verde" que defiende sus bosques y su biodiversidad, sin embargo hemos verificado que ésta es una imagen falsa que no refleja la realidad que vive el pueblo y el ambiente en Costa Rica.

Después de dos días de reflexionar sobre las causas que han llevado a nuestra sociedad a esta situación y sobre las propuestas que desde los ámbitos oficiales se están realizando queremos compartir nuestras conclusiones, nuestros compromisos y nuestras propuestas para enfrentar el Cambio Climático.

Nuestra primera conclusión es que el Cambio Climático es la consecuencia inevitable de un sistema socioeconómico y político que ha convertido a la naturaleza y a las personas en una mercancía y que si bien el mismo es una de las amenazas más serias que deberemos enfrentar hacia el futuro, es parte de una cadena de crisis que vienen sucediéndose los últimos años.

En segundo lugar hemos llegado a la conclusión de que ninguna de las soluciones propuestas desde los ámbitos gubernamentales y de Naciones Unidas enfrenta realmente las causas del Cambio Climático.

Hemos concluido que el mercado de los bonos de carbono, el mecanismo conocido por su sigla en inglés como REDD, el pago por servicios ambientales y todos los mecanismos de mitigación o compensación basados en el mercado son instrumentos que no solo no cumplen el objetivo declarado, sino que avanzan en la mercantilización de toda la vida y por lo tanto en la destrucción de nuestro planeta y en el agravamiento del Cambio Climático. Todos estas propuestas se convierten en "blancos móviles" que cambiando permanentemente intentan distraernos de los verdaderos problemas.

El mercado global y sus grandes corporaciones se han apropiado de las negociaciones sobre Cambio Climático en las Naciones Unidas y las han secuestrado, convirtiéndolas en un espacio para negocios que de ninguna manera responden a las necesidades y las medidas que urgentemente se deben tomar.

El Banco Mundial, que ha sido responsable de financiar la destrucción del planeta, ahora está adoptando un papel de liderazgo en las negociaciones sobre clima, promoviendo modelos de mercado fracasados que convierten en una burla los intentos de enfrentarse a la crisis climática.

Tampoco las tecnologías que se están desarrollando como respuesta, tales como los agrocombustibles, nuevas variedades de transgénicos, el uso del "biochar" y otras similares son una respuesta real al Cambio Climático. Detrás de todas estas falsas soluciones están las grandes corporaciones con la complicidad de los gobiernos, que se han convertido en simples facilitadores de los negocios de las mismas. Al mismo tiempo, son también los gobiernos quienes promueven la represión y la criminalización de las personas y organizaciones que resisten a la imposición de plantaciones, monocultivos y todas estas falsas soluciones.

Por este motivo, nos hemos comprometido a desarrollar nuestra propia agenda, centrada en las necesidades y luchas de nuestros pueblos, para generar y contribuir a un movimiento social amplio que busque transformar este sistema desde abajo hacia arriba.

En este marco, la defensa del clima, los bosques y otros ecosistemas de la mano de los pueblos es la única alternativa posible para el futuro que estamos construyendo. Las mujeres desempeñan un papel de liderazgo fundamental en el camino hacia un cambio de relaciones entre las personas y con la naturaleza que privilegie la cooperación por sobre la dominación y el control.

Al mismo tiempo rechazamos las plantaciones y monocultivos porque desplazan comunidades, destruyen bosques, contaminan el planeta y generan más cambio climático y éste será uno de los puntos principales de nuestra agenda a futuro. Definitivamente resaltamos que las plantaciones no son bosques.

Sobre esta base es que nos proponemos:

1- La defensa de la tierra y territorios en oposición a cualquier tipo de concentración de la tierra en pocas manos. Proponemos la realización de una reforma agraria integral, partiendo de la integración solidaria de mujeres y hombres con su tierra y protegiendo el agua y la biodiversidad que nos sustenta. Nos oponemos terminantemente a las reformas agrarias de mercado promovidas por el Banco Mundial, que solo buscan el desplazamiento de las comunidades para ocupar sus territorios. Nuestra propuesta es relacionarnos con la tierra de manera respetuosa y sin agredirla. Entendemos que defender el territorio es defender nuestra cultura y nuestro modo de relacionarnos entre nosotros y con la tierra.

2- Soberanía alimentaria, entendida como el derecho de los pueblos a decidir sobre todo lo concerniente a la producción de alimentos y la agricultura. La Soberanía Alimentaria comienza con la defensa de las semillas criollas y el vínculo con la naturaleza. Para poder ser soberanos necesitamos producir localmente y de manera diversificada la mayor parte de nuestros alimentos para nuestro consumo en armonía con la naturaleza y de esta manera podemos producir alimentos para todos, "enfriando el planeta" y combatiendo el Cambio Climático. Este es el camino para lograr pueblos y ecosistemas saludables y en equilibrio.

3- Oponernos a los mecanismos de mercado para el clima, resistiéndolos y denunciándolos. Denunciaremos en todos los ámbitos posibles la falsedad de los bonos de carbono, el mecanismo REDD o todas las propuestas similares que puedan surgir a futuro. Nos comprometemos a explicar en todos los ámbitos posibles con claridad las razones por las que estos mecanismos jamás podrán dar una respuesta a la actual crisis climática.

Estos objetivos los concretaremos a través de realización de actividades en las que nos iremos coordinando y apoyando:

- Educación y conscientización a través de la producción de materiales educativos, audiovisuales y todas aquellas herramientas que permitan ampliar la base de personas concientes de la problemática.

- Realización de estudios de caso para documentar los impactos del Cambio Climático y sus falsas soluciones, acompañando a las comunidades afectadas en sus denuncias.

- Creación de alianzas con todos los movimientos sociales que cuestionan este sistema socioeconómico: organizaciones campesinas, pueblos indígenas, organizaciones de mujeres, organismos de derechos humanos, sindicatos, etc.

- Apoyo a los movimientos de afectados por el Cambio Climático para ayudar a que su voz se escuche y fortalecer su estrategia de sobrevivencia.

- Trabajo a nivel local, nacional e internacional de manera coordinada y solidaria.

Volvemos a nuestros países hermanados con el pueblo de Costa Rica en sus luchas contra los Tratados de Libre Comercio y en defensa de la biodiversidad, el agua, la producción en armonía con la naturaleza y un mundo justo y solidario. www.ecoportal.net

Planeta Tierra. Selvas.

Aunque las selvas sólo ocupan el tres por ciento de nuestro planeta, contienen la mitad de las especies mundiales. Situadas en las soleadas y cálidas zonas ecuatoriales, son el hábitat más productivo de la Tierra.
Las condiciones son perfectas para que la vida prospere, pero sobrevivir en la jungla está lejos de resultar fácil y encontrar alimento es todo un desafío, especialmente para los animales de mayor tamaño.

Sólo sobrevivirá el 7.6% de los árboles plantados en 2007; presenta Greenpeace estudio y video para demostrar el fracaso de este programa gubernamental

http://www.greenpeace.org.mx


 
 

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domingo, 12 de abril de 2009

Proyecto Genoma Humano



 
 

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vía biologia « WordPress.com Tag Feed de lourdesluengo el 11/04/09

Un video muy interesante porque podemos ver en una simulación 3D procesos tales cómo la replicación, transcripción y síntesis de proteínas,así como la organización de la molécula de ADN en cromatina y cromosomas.


 
 

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sábado, 11 de abril de 2009

Meteorito único revoluciona la astronomía



 
 

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vía Neoteo Últimas Entradas de Neoteo el 10/04/09

Meteorito único revoluciona la astronomía

Descubren en la lejana Antártida una diminuta roca del espacio que podría aportar nuevos y valiosos datos sobre la formación del Sistema Solar. Los científicos están sorprendidos por la rareza de este micrometeorito que, una vez analizado, desvelará conocimientos a los que nunca antes se había podido llegar. Su nombre no tiene nada de poético: MM40 pero esta pequeña pieza puede ser el origen de sorprendentes descubrimentos.

Foto al microscopio del MM40, diez veces más pequeño que una pulga
Foto al microscopio del MM40, diez veces más pequeño que una pulga

Aunque la Antártida parezca un lugar lejano y solitario, está lleno de científicos que realizan investigaciones de todo tipo, entre ellas, las referidas al estudio de meteoritos. Al ser una zona de suelo tan uniforme, resulta relativamente sencillo encontrar multitud de restos espaciales que caen sobre el hielo y quedan incrustados en él. Allí se encontraba la pequeña roca micrométrica que ha levantado una enorme expectación entre la comunidad científica pues en la composición de la pieza se hallarán respuestas a muchos interrogantes formulados sobre la formación del Sistema Solar. La roca ha sido bautizada con el prosaico nombre de MM40 y posee una longitud máxima de 150 micrones. Hay que saber que un micrón es la milésima parte de un milímetro, por tanto, podemos imaginar el tamaño de la roca parecido al de la cabeza de una pulga. Realmente se trata una pieza muy pequeña pero que contiene mucha mas información de lo que podemos imaginar a primera vista. El experto Matthieu Gounelle, investigador del Laboratorio de Mineralogía y Cosmoquímica del Museo de Historia Natural de Francia, se ha encargado de analizar en profundidad la composición química del micrometeorito y asegura que nos encontramos ante un ejemplar único. Tanta expectación ha generado esta roca diminuta que, además de Guonelle, ya se encuentran muchos científicos estudiando las características del MM40 para intentar arrancarle los misterios de la formación de nuestro enigmático Sistema Solar. Y es que los meteoritos no sólo sirven para espantarnos y acabar con la Tierra a poco que nos despistemos.

Visto en Neoteo: Meteorito único revoluciona la astronomía
Matthieu Gounelle considera este hallazgo vital para comprender el Universo
Matthieu Gounelle considera este hallazgo vital para comprender el Universo

¿Qué hace tan especial a esta roca? El pertenecer a una clase de meteoritos llamados acondritas, muy raros de encontrar y que presentan una característica que los hace únicos. Los meteoros condritas se formaron durante los inicios del sistema solar,  permaneciendo sin la clásica alteración cristalina típica de las rocas terrestres. Sin embargo, los acondritas, como el caso objeto de descubrimiento, se formaron antes de que el Sistema Solar hubiera nacido, por tanto, su composición química podría arrojar nuevas pistas sobre la génesis de los planetas. El doctor Mahesh Anand, un astroquímico del departamento de Tierra y Ciencias Ambientales de la Universidad Abierta, dijo: " Es fascinante en cuanto a la cantidad información que puede ser recuperada sobre los complejos procesos que se dan en la formación planetaria de los fragmentos diminutos de material extraterrestre que rutinariamente caen a la Tierra de manera anónima". Una vez terminados los exhaustivos análisis del MM40, los científicos podrán llegar a nuevas conclusiones sobre cómo se formaron los planetas y que implicaciones tiene esta nueva información sobre las teorías astronómicas generales.


Enlaces relacionados:
Visto en Neoteo: Meteorito único revoluciona la astronomía
Visto en: Universe Today

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martes, 7 de abril de 2009

Los adolescentes no saben qué provoca el cambio climático



 
 

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vía biologia « WordPress.com Tag Feed de portalhispano el 6/04/09

Los jóvenes están preocupados por los problemas ecológicos pero desconocen su origen

Los adolescentes de los países de la OCDE empiezan a ser conscientes de los problemas que amenazan a los ecosistemas, pero, como nadie les ha explicado las dinámicas que conducen al colapso, poco o nada saben sobre cómo afrontarlo.

contaminacion4

A esa conclusión llega un informe de la OCDE publicado esta semana en París. Bajo el título de Verdes a los quince años, los técnicos de la organización han analizado las respuestas de unos 400.000 adolescentes a un extenso cuestionario sobre los problemas ecológicos. Y de ellas deducen esa paradoja: si bien un adolescente sabe hoy que puede faltar el agua potable, pocos comprenden que la razón no está en el grifo.

contaminacion-auto1

En promedio, más del 90% de los adolescentes es consciente del peligro de la contaminación atmosférica, los desechos nucleares y la escasez de agua, entre otros problemas. No obstante, el estudio demuestra que pocos de esos ciudadanos tiene los conocimientos básicos que explican la degradación de nuestroecosistema.

Por ejemplo, menos del 50% de ellos sabe identificar al menos una de las causas de la lluvia ácida, fundamentalmente debidas al tráfico rodado y a la industria. En este tema, la mejor puntuación la obtuvieron los jóvenes finlandeses; la peor, los turcos.

Advertencia

Ese desconocimiento hace que, pese a la preocupación generalizada, muy pocos son capaces de apoyar o defender medidas concretas. Por eso, la OCDE advierte de que esos futuros votantes y contribuyentes están poco preparados para apoyar políticas fiscales y de inversiones. "Los quinceañeros de hoy son los científicos, políticos, consumidores, innovadores y votantes del mañana, y sus acciones y actitudes van a determinar si el mundo logra solucionar los riesgos a los que se enfrenta el medio ambiente", ha afirmado en una nota el secretario general de la OCDE, Ángel Gurría.

"Los quinceañeros de hoy son los científicos, políticos, consumidores, innovadores y votantes del mañana"La preocupación de los adolescentes españoles es superior a la media, pero su conocimiento de las causas que provocan estos problemas es considerablemente inferior a la media de laOCDE. Los estudiantes que mejor conocían el porqué de los mayores problemas medioambientales fueron los de Canadá, Finlandia, Japón y Corea. Los que obtuvieron peores puntuaciones fueron los italianos, griegos,mexicanos y turcos…[]

Fuente publico.es


 
 

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domingo, 5 de abril de 2009

Composición del cuerpo humano



 
 

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vía Cabronio 5.9 de noreply@blogger.com (Zorbax) el 5/04/09


El cuerpo de una persona de 50 kg de peso contiene las siguientes cantidades de los elementos que se nombran a continuación:

  • 32,5kg oxígeno
  • 9kg carbono
  • 5kg hidrógeno
  • 1,7kg nitrógeno
  • 750g calcio
  • 500g fósforo
  • 175g potasio
  • 125g azufre
  • 120g sodio
  • 95g cloro
  • 25g magnesio
  • 2,5g hierro
Vía|Marcianos

 
 

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lunes, 30 de marzo de 2009

LA CÉLULA



 
 

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vía biologia « WordPress.com Tag Feed de aldemarin el 29/03/09

 

VIDEOS SOBRE LA CÉLULA

 

biologiacelular.wordpress.com

LECTURAS

En este enlace puedes encontra información valiosa sobre la célula publicada en Wikipedia  La célula en wikipedia  

La nueva biología y la célula como holón profundo Blog la nueva biología

Este  RAES lo debe s realizar a partir del artículo de la nueva biologia RAES


 
 

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domingo, 29 de marzo de 2009

Cinco colmena: Cartografía de la mente Cinco Mejores Aplicaciones [subárbol ...



 
 

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vía Lifehacker de Jason Fitzpatrick el 29/03/09

Mind mapping is a great way to add structure to brainstorming sessions and visualize your ideas. Check out the applications your fellow readers use to do their best brainstorming.

Earlier this week we asked you to share which mind mapping application helped you brainstorm most effectively. The votes are in and we're back to share the results and arm you with the tools to make your next think tank meeting that much more productive.


MindMeister (Web Application, Free)

MindMeister is by far the most simplistic mind mapping tool in the top five, but its simplicity is definitely an asset. Once you're logged into the service, you can create a fully functional mind map using little more than the directional arrows and the Insert key to add new nodes to your map. Additional customizations like font size and node colors are available for when you want to go beyond the basics. In the upper right corner is a navigation window, handy for when your mind maps become larger than the display space. Exporting is also a strong point for MindMeister; you can export your files to a text outline, PDF, JPG, PNG, or GIF. MindMeister's history function lets you view past versions of your mind map and revert to them if you desire. You can share your maps for public collaboration or hand-select collaborators. Upgrading from the free account to the premium account gives you some handy additional features like map searching, offline editing, and the ability to export your maps to popular software like FreeMind and MindManager.


MindJet MindManager (Windows/Mac, $399)

MindJet MindManager isn't cheap by any means, but you get more than your share of value and sophistication for the hundreds you spend on the program. The interface and feature set of MindManager are very polished, and the primary menus are set up like the Microsoft Office Ribbon. After the initial installation, MindManager walks you through the creation of a sample mind map—helpful both to familiarize you with the interface but also to show you features you may have overlooked. MindManager is definitely oriented towards corporate environments, including extensive integration with the Office suite and support for linking your mind maps directly into common database formats like MySQL and Access. Finding information in large mind maps is easy thanks to topic sorting, filtering, and text search tools. Mind maps can be exported in a variety of formats, but most notably in interactive PDF files and embeddable Flash animations. MindManager is available as a 30 day trial.


XMind (Windows/Mac/Linux, Free)

XMind is the kind of free application that makes you forget you're not paying for the privilege of using it. The interface is simple and intuitive to use. You can quickly move through your entire mind map with only a handful of keystrokes or jump over to the outline view for even quicker navigation. In addition to a basic mind map you can also create fishbone, organizational, tree, and logic charts. You can export charts as HTML, images, or text, and XMind comes a free account on XMind.net which allows you to share your charts online and embed them into blogs and web sites. There is a professional version of XMind which expands on the functionality of the base application and allows you to create online charts and collaborate with others. XMind Pro is $49 per year, but most people will find the free version more than robust enough for their mind mapping needs. Portable versions available for all three supported platforms.


FreeMind (Java, Free)

One of FreeMind's strongest selling points is a Java-based implementation. Whether you use it on Ubuntu or Windows, the features and user interface remain consistent. FreeMind is keyboard friendly with the core functionality well covered by keyboard shortcuts—I made the sample mind map pictured here without ever touching the mouse. The visual elements of your mind maps are highly customizable, including custom icons for flagging nodes on the map, color coding, grouping, and more. Mind maps created with FreeMind can be exported as HTML, PDF, and PNG files, among others.The support wiki for FreeMind is extensive and goes well beyond simply explaining how the application functions, covering things like how to add your own keyboard shortcuts and how to make the application portable.


iMindMap (Windows/Mac/Linx, $99-295)

iMindMap can claim two distinctions among the top five tools. First, it's the biggest download—weighing in at 135MB. Second it's the only application on the list developed by Tony Buzan—who lays claim to being the inventor of the mind map. iMindMap takes a different approach to mapping than the other applications in the list. Rather than create new nodes off the main idea by adding boxes, nodes are created by clicking in the center or the main idea and drawing away from it with the mouse. Each new idea is a branch off the center. Strangely, many of basic feature available in free mind-mapping software are only found in the more expensive versions of iMindMap, like the ability to expand and collapse branches. Mind maps created in iMindMap can be exported as PDF, JPG, PNG and text outline; a 7 day trial is available.


A small aside: Although we didn't include it because the topic of this Hive Five was mind mapping software, it bears noting that nearly 20% of the votes went to analog methods like pencil and paper and using a whiteboard. For all your geeky ways, many of you have much love for good old fashioned analog brainstorming.

Now that you've seen the contenders for the crown of Master of the Mind Map, it's time to log your vote for your favorite:

Which Mind Mapping Software Is Best?
( polls)

Agree with the spread? Can't believe your favorite mind mapping tool didn't make the top five? Sound off with your opinions in the comments below.




 
 

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jueves, 26 de marzo de 2009

Mitose



 
 

Enviado por Gonzonet a través de Google Reader:

 
 

vía biologia « WordPress.com Tag Feed de Filipe el 25/03/09

Mitose é um ciclo celular que acontece nas células eucarióticas que dividem seus cromossos entre das células filhas. Este processo é necessário para a (re)produção de novas células; seja para alongar um tecido ou repará-lo. O nosso tecido epitelial, por exemplo, está em constante reprodução, visto que é constantemente danificado e substituído. São muitos os organismos que fazem mitose, até mesmos alguns unicelulares, que o tem como principal ou único sistema de reprodução, sendo esta assexuada. 

Antecedendo o processo de mitose, célula entra numa fase de intérfase, para depois começar o processo em si. A intérfase se subdivide em três etapas: G1, S e G2. Depois da intérfase é que se inicia a mitose, que por sua vez se subdivide em quatro: prófase, metáfase, anáfase e telófase.

Intérfase

  • G1, a célula começa a produzir muitos componentes (organelas, enzimas, RNA, etc) que serão divididos entre as células filhas;
  • S, acontece a auto-replicação do DNA, que no momento está disperso dentro do núcleo. Nesta situação de "dispersão", chamamos este material genético de cromatina.
  • G2, com o material genético já duplicado, a célula recomeça a biossíntese de proteínas, gerando mais componentes.

Essas etapas são iniciadas e terminadas através de sinalizadores, que indicam quando se deve começar e interromper cada etapa. É crucial a função destes sinalizadores para o sucesso de cada subetapa.

 

Prófase

  • Nesta etapa, o material genético começa a se condensar, e já podem até ser vistos por microscopia óptica. Cada cromossomo é constituído por dois cromatídios;
  • A carioteca é degradada;
  • Os centríolos se duplicam.
Veja que existem duas cromátides (cromatídios) para a formação de um cromossomo, sendo que um desses foi replicado na intérfase.

Veja que existem duas cromátides (cromatídios) para a formação de um cromossomo, sendo que um desses foi replicado na intérfase.

Metáfase

  • O material genético se condensa ao máximo;
  • os cromossomos se alinham na posição equatorial da célula;
  • os cromossomos se ligam aos centríolos pelas fibras cinetocóricas, as fibras do fuso.
Os centríolos estão na parte periférica

Os centríolos estão na parte periférica

 

Anáfase

  • Separação das cromátides irmãs (as replicadas);
  • migração das cromátides para pólos opostos da célula.

Telófase

  • Estrangulamento do citoplasma, para a divisão;
  • descondensação do material genético - lembre-se que com o material genético condensado é impossível fazer transcrição (ver Proteína de exportação);
  • formação da carioteca.

 

A figura abaixo demonstra o processo na íntegra.


 
 

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